A Copa de 2026 pode ser marcada por goleadas na primeira fase
Jordânia, Cabo Verde, Curaçao, Haiti e Nova Zelândia correm o risco de sofrer nas mãos do Brasil, da Espanha, da Alemanha, da Argentina e do Uruguai
O mundial deste ano será o mais inchado da história, com 48 seleções. Equipes sem tradição, como Jordânia, Cabo Verde, Curaçao, Haiti e Nova Zelândia, correm o risco de serem goleadas na primeira fase. Revisitando a história, a Hungria é dona dos dois maiores placares da competição. Veja a lista:
1982: Hungria 10×1 El Salvador
1954: Hungria 9×0 Coreia do Sul
1974: Iugoslávia 9×0 Zaire
1938: Suécia 8×0 Cuba
1950: Uruguai 8×0 Bolívia
2002: Alemanha 8×0 Arábia Saudita
1954: Uruguai 7×0 Escócia
1954: Turquia 7×0 Coréia do Sul
1974: Polônia 7×0 Haiti
2010: Portugal 7×0 Coréia do Norte
2022: Espanha 7×0 Costa Rica
1934: Itália 7×1 Estados Unidos
1950: Brasil 7×1 Suécia
2014: Alemanha 7×1 Brasil
Em relação ao Brasil, a maior goleada aplicada foi na Suécia: 7 a 1, no Maracanã, na Copa de 1950. Curiosamente, o placar é o mesmo da derrota mais expressiva da seleção em em mundiais. Os alemães derrotaram de forma impiedosa a equipe nacional por 7 a 1, em 2014, no Mineirão. Agora, você sabe qual é a partida de Copa com o maior número de gols? Voltamos a 1954, na Suíça, quando a Áustria venceu os donos da casa por 7 a 5, um recorde até hoje.
Em 2026, vale ficar de olho nas seguintes partidas: Brasil x Haiti, Alemanha x Curaçao, Espanha x Cabo Verde, Uruguai x Cabo Verde e, por último, Argentina e Jordânia.
*Esse texto não reflete, necessariamente, a opinião da Jovem Pan.