A Suécia é a seleção que o Brasil mais enfrentou na história das Copas
A equipe europeia é freguesa do time nacional, que jamais foi derrotado nos sete confrontos em Mundiais
A primeira vez em que o Brasil conquistou o título mundial, em 1958, em Estocolmo, foi justamente em cima da Suécia, a dona da casa. A equipe europeia é a que a seleção nacional mais vezes enfrentou na história das Copas:
- 1938: Brasil 4×2 Suécia – decisão do terceiro lugar
- 1950: Brasil 7×1 Suécia – quadrangular final
- 1958: Brasil 5×2 Suécia – final da Copa
- 1978: Brasil 1×1 Suécia – fase de grupos
- 1990: Brasil 2×1 Suécia – fase de grupos
- 1994: Brasil 1×1 Suécia – fase de grupos
- 1994: Brasil 1×0 Suécia – semifinal
Em sete jogos contra os suecos, a equipe nacional venceu cinco e empatou dois. No primeiro confronto, em 1938, a seleção derrotou os adversários por 4 a 2 e conquistou o terceiro lugar, primeira boa colocação do Brasil em mundiais.
BRASIL 4 × 2 SUÉCIA – Bordeaux – 19.06.38
Brasil: Walter; Domingos da Guia e Machado; Zezé Procópio, Brandão e Affonsinho; Roberto, Romeu, Leônidas, Perácio e Patesko.
Suécia: Abrahamsson; Eriksson, Erik Nilsson, Almgren e Linderholm; Svanström e Âke Andersson; Jonasson, Nyberg, Harry Anderson e Persson.
Árbitro: Langenus (Bélgica).
Gols: Jonasson (28), Nyberg (38) e Romeu (44) no primeiro tempo. Leônidas (18 e 29) e Perácio (35) na etapa final.
A Suécia saiu na frente aos 28 minutos, com gol de Jonasson. Dez minutos depois, surpresa: 2 a 0, tento marcado por Nyberg. Romeu diminuiu aos 44. Na etapa final, Leônidas marcou dois: aos 18 e aos 29 minutos. Perácio fechou o placar aos 35. O Brasil venceu a Suécia por 4 a 2, garantiu o terceiro lugar na Copa e encantou o planeta. Leônidas da Silva foi o artilheiro do mundial com 7 gols. Os jornais usavam o termo “agilidade desconcertante” quando faziam referência aos jogadores brasileiros: “Excedeu à expectativa a atuação dos brasileiros contra os suecos. A agilidade desconcertante dos nossos jogadores, os seus saltos acrobáticos e passes inesperados”.
*Esse texto não reflete, necessariamente, a opinião da Jovem Pan.

