Na madrugada deste sábado (3), o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou uma ofensiva militar em larga escala contra a Venezuela que resultou na captura de Nicolás Maduro. A operação ocorreu após meses de aumento da presença militar norte-americana na região e de pedidos para que o ditador deixasse o poder.

Explosões foram registradas em Caracas e em estados vizinhos, atingindo infraestruturas estratégicas como a base aérea de La Carlota e o Forte Tiuna, sede do Ministério da Defesa. Detalhes adicionais sobre a ação e a situação dos capturados serão apresentados em uma entrevista coletiva com Trump, marcada para as 13h (horário de Brasília).

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Operação dos EUA usou helicópteros e forças especiais para capturar Maduro na Venezuela

A operação militar utilizou um grande contingente de helicópteros e forças especiais para realizar a captura em território venezuelano. Relatos indicam que Maduro foi retirado do país em uma aeronave logo após o início dos ataques. O regime venezuelano, que já havia decretado estado de emergência, confirmou a ocorrência da ação militar, embora não tenha divulgado detalhes sobre feridos ou mortos.

De acordo com informações oficiais, Maduro deverá enfrentar um julgamento nos Estados Unidos. O presidente Donald Trump descreveu a mobilização como uma operação planejada com precisão por militares americanos.

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