
Ouça este conteúdo
Após a confirmação do ataque surpresa dos EUA e a captura do ditador da Venezuela, Nicolás Maduro, países do chamado Eixo das Ditaduras condenou a operação militar dos Estados Unidos.
Rússia
A Rússia foi uma das primeiras a se manifestar. Por meio de nota do Ministério das Relações Exteriores, classificou a ação norte-americana como “um ato de agressão armada”.
O país do ditador Vladimir Putin destacou a importância de evitar “uma nova escalada [do conflito] e se concentrar em encontrar uma saída para a situação por meio do diálogo”, afirmou o ministério em um comunicado.
Moscou ainda exigiu “esclarecimentos imediatos” sobre o paradeiro de Maduro e sua esposa. Disse ainda que esta seria uma “violação inaceitável da soberania de um Estado independente”.
China
Até este momento, a China apenas fez um alerta seus cidadãos para que não viajem à Venezuela. “O Ministério das Relações Exteriores e a Embaixada da China na Venezuela lembram aos cidadãos chineses que não viajem para a Venezuela em um futuro próximo”, diz o comunicado.
O país pediu que cidadãos, funcionários e organizações chinesas que estejam na Venezuela ajudem a “monitorar atentamente a situação de segurança local, reforcem as medidas preventivas e de precaução em caso de emergência, evitem viagens desnecessárias e se mantenham afastados de áreas de conflito ou sensíveis”.
Irã
O país do Oriente Médio, através de seu Ministério das Relações Exteriores, condenou a captura e pediu ao Conselho de Segurança da ONU uma “ação imediata para cessar a agressão ilegal”. O irã também classificou a operação militar como uma violação da soberania e da integridade territorial.
Cuba
Pela rede social X, o presidente de Cuba, Miguel Díaz-Canel, afirmou que “Nossa Zona de Paz está sendo brutalmente assaltada”. Ele disse que a ação norte-americana foi “terrorismo de estado” contra o povo venezuelano e à América.

