Política

Jeffrey Chiquini é acionado no STF por compartilhar vídeo em que Dino 'faz o L'

A petição foi protocolada por Odair José, advogado que exerceu funções no governo de Flávio Dino no Maranhão

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O vídeo mostra Flávio Dino, atualmente no STF, durante uma festa de Carnaval, em 2023 | Foto: Reprodução/YouTube/Revista Oeste

Uma publicação feita por Jeffrey Chiquini, advogado responsável pela defesa de Filipe Martins, motivou a apresentação de uma notícia de fato no Supremo Tribunal Federal (STF). O motivo foi a divulgação de um vídeo antigo do ministro Flávio Dino em rede social.

A gravação mostra Dino, atualmente no STF, durante uma festa de Carnaval, em 2023, enquanto fazia o gesto do “L”. Na ocasião, ele era o ministro da Justiça e Segurança Pública do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

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Odair José, advogado que exerceu funções no governo de Flávio Dino no Maranhão, protocolou a petição no STF. Para ele, a publicação representa um ataque à instituição. José pede a abertura de um inquérito ou a anexação do caso a investigações já em curso.

Chiquini destaca proximidade de Odair com Flávio Dino

Em publicação no X, nesta sexta-feira, 20, Chiquini questionou: “Flávio Dino mandou seu braço direito me acusar no STF?” Na publicação de hoje, o advogado de Filipe Martins mostra novamente o vídeo em que Dino “faz o L”, reforça que os registros são reais e destaca a proximidade de Odair José com Flávio Dino.

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“Será que esse comunistinha de iPhone, que fez isso a mando do Flávio Dino, vai denunciar ao STF todo mundo que compartilhou esse vídeo?”, perguntou Chiquini. “É óbvio que não. É óbvio que é perseguição contra mim.”

O vídeo

Chiquini compartilhou o vídeo em suas redes sociais na terça-feira 17. As imagens mostram o então ministro da Justiça pulando em cima do trio elétrico da cantora Vanessa da Mata, em São Luís (MA), em 2023.

“Flávio Dino pulando carnaval fazendo o ‘L’”, escreveu o advogado ao compartilhar o vídeo. “O nome disso, na legislação vigente, é crime de responsabilidade por atividade político-partidária, o que é vedado aos ministros do STF.”

As notas da comunidade do X corrigiram a afirmação de Chiquini, ressaltando que, na época da filmagem, Dino não era ministro do STF.

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