Núbia de Oliveira repete pódio na 100ª São Silvestre e projeta título no futuro

Com apenas 23 anos, a atleta brasileira completou a prova na terceira posição no feminino: ‘Não saiu esse ano, mas acredito que vai acontecer’ 

  • Por Jovem Pan
  • 31/12/2025 14h44
Foto: PETER LEONE/O FOTOGRÁFICO/ESTADÃO CONTEÚDO A atleta brasileira Nubia de Oliveira, terceira colocada, na 100ª edição da Corrida de São Silvestre na Avenida Paulista, na região centro-sul da cidade de São Paulo (SP), na manhã desta quarta-feira, 31 de dezembro de 2025. A tradicional prova acontece nas ruas da capital paulista no último dia do ano. 31/12/2025 - Foto: PETER LEONE/O FOTOGRÁFICO/ESTADÃO CONTEÚDO A atleta brasileira Nubia de Oliveira, terceira colocada, na 100ª edição da Corrida de São Silvestre na Avenida Paulista, na região centro-sul da cidade de São Paulo 

O Brasil não conseguiu conquistar o topo do pódio nesta edição centenária da São Silvestre, realizada na manhã desta quarta-feira (31), em São Paulo, mas cumpriu um bom papel com a terceira colocação tanto no masculino como no feminino. Núbia de Oliveira, que repetiu a colocação do ano passado, fez um discurso otimista e disse que o primeiro lugar em provas futuras da tradicional corrida paulistana está entre os seus objetivos.

“Estou feliz com a minha colocação porque eu sei o quanto me dediquei e trabalhei. A gente vai voltar aqui. Eu tenho apenas 23 anos e acredito que eu vou voltar aqui e vencer essa prova”, disse Núbia após a corrida em entrevista à TV Globo.

O tom do discurso da atleta brasileira se reflete na melhora do seu desempenho em relação ao ano passado, no percurso pelas ruas da capital paulista. “Foi uma excelente prova graças a Deus. Meu objetivo era chegar aqui e ser melhor do que ano passado e melhorei a minha marca. Não consegui o lugar mais alto do pódio, mas acredito e tenho muita fé em Deus que isso vai acontecer”, comentou.

Na entrevista, Núbia deu um panorama do que foi a prova, que teve como vencedora a atleta da Tanzania, Sisilia Panga, que dominou a corrida de ponta a ponta, e superou a queniana Cynthia Chemweno, segunda colocada.

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“Foi uma prova bem forte, consegui resistir três quilômetros com as africanas. O início da corrida foi bem intenso, mas busquei administrar durante todo o percurso. Tentei buscar a africana (no final), mas infelizmente não consegui” afirmou a corredora

*Com informações do Estadão Conteúdo