Oposição parabeniza Trump pela captura de Maduro e critica Lula por defender ditadura
Para os parlamentares, a operação representa um marco histórico e o fim de um ciclo de impunidade na América Latina
Deputados da oposição brasileira parabenizaram o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, pela ação internacional que resultou na captura de Nicolás Maduro, ditador venezuelano responsável por anos de repressão, fraude eleitoral e violações sistemáticas de direitos humanos.
Para os parlamentares, a operação representa um marco histórico e o fim de um ciclo de impunidade na América Latina. Segundo eles, a captura de Nicolás Maduro era uma medida necessária e inevitável diante do colapso institucional da Venezuela.
O deputado Sanderson (PL-RS) afirmou que o mundo democrático finalmente agiu. “O tempo de Maduro acabou. A captura mostra que ditadores não são intocáveis. A justiça internacional começou a alcançar quem destruiu um país inteiro e condenou seu povo à miséria.”
Na mesma linha, Rodrigo Valadares (União-SE) destacou que a ação liderada por Trump devolve esperança ao povo venezuelano. “Maduro caiu porque construiu seu poder na fraude, na violência e no medo. A captura é um recado claro: a liberdade sempre vence a tirania.”
Para Rodolfo Nogueira (PL-MS), o episódio expõe o isolamento de quem insistiu em defender o regime.
“Parabéns ao Trump e meu repúdio a Lula. Enquanto o mundo agiu, o governo brasileiro escolheu passar pano para um ditador. A história vai cobrar de quem preferiu a ideologia à democracia.”
O deputado Capitão Alberto Neto (PL-AM) foi direto ao criticar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. “Lula optou por defender Maduro quando deveria defender a democracia. Isso envergonha o Brasil e nos coloca do lado errado da história.”
Já Coronel Tadeu (PL-SP) afirmou que a captura encerra uma era. “O regime de Maduro ruiu porque não se sustenta mais no mundo livre. Ditadores caem, e quem os defende cai junto.”
Os parlamentares ressaltaram que a captura de Maduro simboliza o início da reconstrução democrática da Venezuela e defenderam que o Brasil retome uma política externa alinhada às nações livres, abandonando a conivência com regimes autoritários.
*Esse texto não reflete, necessariamente, a opinião da Jovem Pan.