Política

'Bolsonaro não está abandonado', diz Flávio

Pré-candidato à Presidência da República discursou durante o ato 'Acorda, Brasil' neste domingo, 1º

Flávio Bolsonaro durante discurso no ato Acorda, Brasil | Foto: Reprodução/Redes sociais
Flávio Bolsonaro durante discurso no ato Acorda, Brasil | Foto: Reprodução/Redes sociais

O senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ) discursou neste domingo, 1º, na Avenida Paulista, e fez críticas diretas ao Supremo Tribunal Federal (STF) e ao governo Luiz Inácio Lula da Silva. Ele afirmou que há “perseguição política” no país e citou decisões judiciais contra apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro.

“Censuraram nossas redes sociais”, disse. “Mandaram a Polícia Federal na casa de pessoas inocentes. Botaram tornozeleira eletrônica na perna de pessoas humildes e trabalhadoras”.

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Flávio voltou a defender a derrubada do veto presidencial ao projeto que altera a dosimetria das penas dos condenados pelos atos de 8 de janeiro. Disse que Bolsonaro foi “enjaulado” e está sendo “julgado por seus inimigos”, mas que “não está abandonado”.

O senador também afirmou que brasileiros teriam deixado o país por medo de prisão e disse que “o silêncio não é mais uma opção”. Ele elogiou o deputado Nikolas Ferreira pela mobilização nacional e agradeceu a presença dos governadores Tarcísio de Freitas, Romeu Zema e Ronaldo Caiado.

Flávio Bolsonaro compara governos durante discurso

senador flávio bolsonaro - presidência da república
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), em sessão da Comissão de Direitos Humanos do Senado — Congresso Nacional, Brasília (DF), 22/10/2025 | Foto: Saulo Cruz/Agência Senado

Ao comparar os governos, o senador afirmou que, na gestão Bolsonaro, “as mulheres eram protegidas” e citou a sanção de “mais de 40 leis em defesa das mulheres”, além de operações que resultaram na prisão de agressores.

Também destacou o pagamento mínimo de R$ 600 do Bolsa Família durante a pandemia e o auxílio de R$ 1,2 mil para mães solo. “O presidente estendia a mão pras pessoas que mais precisavam”, disse.

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Em relação ao governo Lula, criticou gastos do cartão corporativo, a política econômica e mencionou supostos prejuízos na área da saúde. Indagou ainda: “Dá pra comparar Lula e Bolsonaro?”, ao relembrar escândalos como o Mensalão e o Petrolão, e citou denúncias envolvendo o filho do presidente.

Ao encerrar, projetou um retorno do ex-presidente: “Em janeiro de 2027, você vai pessoalmente subir aquela rampa do Planalto junto com o povo brasileiro”. O público respondeu com gritos de “Brasil acima de tudo”.

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