
Braço direito do banqueiro Daniel Vorcaro, Luiz Phillipi Moraes Morão teve morte cerebral nesta quarta-feira (3), em Belo Horizonte (MG). Ele foi hospitalizado após tentar suicídio sob custódia da Polícia Federal (PF) na Superintendência do órgão em Minas Gerais.
A informação sobre a morte foi antecipada pelo jornal Folha de S.Paulo e depois confirmada por diversos outros veículos. A PF emitiu uma nota mais cedo, dizendo que ele havia sido prontamente atendido após atentar contra sua vida. Não há detalhes sobre como ele atentou contra si mesmo.
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Mourão foi preso em meio à “Operação Compliance Zero 3”. As investigações mostraram que Vorcaro contratou Mourão, conhecido como “sicário” e o policial federal aposentado Marilson Roseno da Silva para obter informações, monitorar pessoas e levantar dados “considerados relevantes para os interesses do grupo”, como a execução de atividades e mobilização de equipes para a extração de informações de testemunhas, ex-funcionários e jornalistas.
Os suspeitos mantinham um grupo de Whatsapp chamado de “a turma”. Quatro pessoas constam na decisão de Mendonça como monitoradas pela quadrilha, mas o número de alvos pode passar de 20, segundo apurou a Gazeta do Povo. O empresário destinaria R$ 1 milhão por mês para financiar as atividades do grupo.





