Política

Governo de SP arrecada R$ 1,3 bi em leilões e vendas de imóveis

Lucro é 5 vezes maior que a soma das gestões Doria e Alckmin

Tarcísio de Freitas cumpre agenda em Santos, no aniversário de 480 anos da cidade - 26/1/2026 | Foto: Marcos Silva/FotoArena/Estadão Conteúdo
Tarcísio de Freitas cumpre agenda em Santos, no aniversário de 480 anos da cidade - 26/1/2026 | Foto: Marcos Silva/FotoArena/Estadão Conteúdo

Em 2025, o governo de São Paulo recebeu R$ 1,3 bilhão com a venda de imóveis, veículos e cotas de fundos que negociam prédios públicos que estavam sem uso definido. Esse montante é resultado de uma política estadual de alienação de bens para gerar caixa e reduzir custos de manutenção de patrimônios que já não servem à administração.

De acordo com a Secretaria da Fazenda e Planejamento, parte desse dinheiro será aplicada em obras e políticas públicas. A ideia é direcionar recursos que normalmente ficariam parados em bens improdutivos para ações que possam ter impacto direto na população.

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A gestão estadual comparou o resultado atual com os números dos últimos governos. Entre 2019 e 2022, as administrações de João Doria e Rodrigo Garcia arrecadaram cerca de R$ 240 milhões com operações semelhantes. No período de Geraldo Alckmin (2015-2018), esse total havia sido de R$ 18 milhões.

Governo de SP impulsionou leilões

Um dos mecanismos usados para fazer essas vendas é o Fundo de Investimento Imobiliário do Estado de São Paulo (FIISP), criado em governos anteriores, que administra e comercializa imóveis sob a responsabilidade do Estado. Por meio dele, terrenos, galpões e prédios que não têm função administrativa são colocados no mercado para negociação, geralmente em leilões públicos.

Em 2024 e 2025, o governo Tarcísio impulsionou um leilão para concluir obras de infraestrutura importantes, como o trecho norte do Rodoanel, com previsão de aproximadamente R$ 3,5 bilhões em investimentos contratados.

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