Dezenas de pessoas seguram uma faixa com os dizeres "Assassinos da Antifa, justiça para Quentin" durante uma homenagem ao estudante Quentin Deranque, de 23 anos, morto em Lyon por ativistas encapuzados. (Foto: Mohammed Badra/EFE/EPA)

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O assassinato do jovem ativista de direita francês Quentin Deranque, de apenas 23 anos, na cidade de Lyon, na França, é mais um episódio que confirma que a onda de intolerância política progressista pelo mundo só aumenta.

Deranque foi espancado até a morte por militantes de extrema esquerda ligados ao movimento conhecido como “antifas”, um grupo que, ironicamente, diz lutar contra o fascismo, mas que frequentemente recorre à violência para silenciar quem pensa diferente.

Em diferentes países, políticos, ativistas, jornalistas e figuras públicas de direita têm sido alvo de ataques simplesmente por expressarem suas ideias. Nos Estados Unidos, por exemplo, o ativista conservador Charlie Kirk foi alvejado e morto por um militante de esquerda enquanto participava de um debate na Utah Valley University, no estado de Utah.

O local que deveria simbolizar o livre confronto de ideias virou palco para uma ditadura de opinião

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Em uma nova entrevista à mídia francesa Frontières, aproveitei a oportunidade para condenar de forma contundente o assassinato de Quentin Deranque e cobrar que os responsáveis sejam devidamente identificados, julgados e punidos com todo o rigor da lei. A cobrança é necessária porque, quando crimes motivados por ideologia começam a ser relativizados, abre-se um precedente perigoso para que tragédias continuem acontecendo.

Um ministro do governo do presidente da França, Emmanuel Macron, chegou a admitir que a extrema esquerda teve responsabilidade no ocorrido, algo que já era evidente desde o início. Mas a grande pergunta que permanece é: o que será feito, de fato, para enfrentar esse extremismo violento?

Certamente não será com gestos simbólicos e fotografias políticas, como caminhar de mãos dadas na Floresta Amazônica ao lado de Lula, que mantém amizades com diversos ditadores.

Quem também colabora para que a violência política continue é parte da imprensa. Muitos veículos, inclusive no Brasil, não hesitaram em rotular a vítima como “extremista de direita”, mas, ironicamente, evitaram usar o mesmo termo para descrever os verdadeiros extremistas do episódio, que foram os que espancaram Deranque até a morte. Curiosamente, são os mesmos que dizem que a culpa nunca é da vítima.

Mesmo diante dessa tentativa de distorção, em diversos países da Europa, manifestantes foram às ruas para homenagear Quentin e exigir justiça. Infelizmente, nem mesmo esse momento de luto foi respeitado: militantes de esquerda chegaram a rasgar e vandalizar cartazes em homenagem a ele, além de comemorar publicamente sua morte, uma demonstração do quão doente é a mente progressista.

Parabenizo todos os líderes mundiais que tiveram coragem de condenar esse assassinato de forma contundente. Afinal, posicionar-se como defensor da democracia é algo que até mesmo um ditador consegue fazer. Na prática, sabemos que muitos estão empenhados em cercear cada vez mais a liberdade.

Que Deus conforte os amigos e familiares de Quentin Deranque.

Justice pour Quentin.

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