Na Índia, Jorge Viana exibe anúncio como se fosse capa de jornal para promover Lula
O presidente da ApexBrasil também afirmou que o inquérito relacionado ao Banco Master tem contribuído para ampliar a credibilidade do país no exterior

Durante entrevista coletiva em Nova Délhi, o presidente da ApexBrasil, Jorge Viana, exibiu um anúncio de página inteira no jornal The Economic Times, destacando o presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao lado do primeiro-ministro Narendra Modi.
Ao elogiar a missão brasileira na Índia, Viana afirmou que a imagem que ocupava uma página inteira tratava-se da capa do jornal. Na verdade, a imagem compunha um anúncio patrocinado pela Vale.
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Na capa patrocinada, Lula aparece ao lado de Modi, e a mensagem de boas-vindas ao presidente brasileiro ganha destaque, reforçando a importância simbólica do encontro.
O próprio Viana avaliou que a iniciativa reflete o peso do diálogo entre os dois países.
“Eu acho que essa capa de jornal aqui demonstra bem o que foi esse encontro”, afirmou Viana, neste domingo 22. “Dois líderes do sul global, e eu acho que ela fala por si.”
Viana destacou a expansão das relações comerciais
Além da Vale, a ação contou com apoio financeiro da Embraer, da B.L. Agro Industries e da Lead Connect.
Viana também detalhou as atividades da ApexBrasil em solo indiano, citando a inauguração do escritório da agência em Nova Délhi, já em funcionamento, e a inclusão de produtos brasileiros, como castanha, açaí, limão e frutos, nas maiores redes de supermercados locais.
Segundo o presidente da ApexBrasil, a estratégia de inserção comercial continuará, já que, nesta segunda-feira, 23, o mesmo movimento ocorreria em Mumbai, ampliando para pelo menos 40 lojas a presença de produtos brasileiros nos pontos de venda indianos.
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Presidente da Apex citou escândalo do Banco Master
Durante conversa com jornalistas, nesta segunda-feira, 23, Viana declarou que o inquérito relacionado ao Banco Master tem contribuído para ampliar a credibilidade do Brasil no exterior.
De acordo com ele, empresários estrangeiros interpretam a investigação como uma prova de que o país dispõe de instituições capazes de assegurar estabilidade e segurança jurídica.
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