O silêncio cúmplice de Lula diante da tirania
O presidente relativiza quem mata mulheres e jovens em nome de uma suposta prudência diplomática
Marco Feliciano - 23/02/2026 17h10

A nota do governo brasileiro em resposta à chacina do governo iraniano, que executou milhares de manifestantes pacíficos em nome de uma diplomacia prudente, é absurdamente covarde. Mantendo a postura de quem sempre foi indulgente com tiranias assassinas, Lula relativiza quem mata mulheres e jovens em nome de uma suposta prudência diplomática. Assim, segue envergonhando nossas tradições judaico-cristãs.
Toda a nação brasileira espera ser representada com parcimônia, sem desvio ideológico que vá contra todo o mundo civilizado. Quando tomamos partido de um regime assassino e tirânico, colocamo-nos ao lado da tirania que teima em produzir armas nucleares a fim de executar os “infiéis”, aqueles que não são fundamentalistas islâmicos.
O mundo está na expectativa de que os Estados Unidos livrem o povo iraniano da opressão que o oprime há 40 anos.
Finalizo pedindo a Deus que use as mãos do presidente Trump para libertar o povo iraniano desse regime assassino. Que derrame as mais escolhidas bênçãos celestiais sobre o povo iraniano.
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Marco Feliciano é pastor e está em seu quarto mandato consecutivo como deputado federal pelo Estado de São Paulo. Ele também é escritor, cantor e presidente da Assembleia de Deus Ministério Catedral do Avivamento. |
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