Pesquisa mostra Flávio Bolsonaro como o candidato preferido da direita
A rejeição ao primogênito do ex-presidente está tecnicamente empatada com a de Lula

Uma pesquisa nacional divulgada neste domingo, 9, pelo instituto Realtime Big Data aponta o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) como o principal nome da direita para a eleição presidencial de 2026. O levantamento revela que o parlamentar lidera de forma consistente entre eleitores que se identificam como de direita e centro-direita, além de ser percebido pela maioria dos entrevistados como o candidato que melhor simboliza esse campo ideológico.
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De acordo com a pesquisa — registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-06428/2026 —, Flávio Bolsonaro concentra 61% das intenções de voto entre eleitores que se declaram de direita nos cenários estimulados. O desempenho se repete entre os eleitores de centro-direita, onde o senador também aparece com maioria absoluta, deixando adversários distantes.

O estudo ouviu 2 mil eleitores em todo o país, nos dias 6 e 7 de fevereiro de 2026, com margem de erro de 2 pontos porcentuais e nível de confiança de 95%.
Flávio Bolsonaro simboliza a direita
Além da liderança eleitoral dentro do campo conservador, o senador também se destaca na percepção ideológica do eleitorado. Quando questionados sobre “qual candidato mais simboliza a direita”, mais de 70% dos entrevistados apontaram o senador do PL — um índice muito superior ao dos demais nomes testados.

Força em temas caros ao eleitor conservador
A pesquisa também indica vantagem de Flávio Bolsonaro em temas sensíveis ao eleitorado de direita. No quesito segurança pública, por exemplo, o senador aparece como o candidato com maior capacidade percebida para enfrentar o problema, superando o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e outros concorrentes.
Empate técnico
A pesquisa indica que a rejeição a Flávio Bolsonaro está tecnicamente empatada com a do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Os porcentuais de eleitores que afirmam não votar em cada um dos dois nomes aparecem dentro da margem de erro de 2 pontos porcentuais, caracterizando empate estatístico e sugerindo níveis semelhantes de resistência no eleitorado.


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