Política

Pré-candidato promete levar Ozempic ao SUS e defende combate à obesidade

A proposta de Renan Santos, do Partido Missão, seria parte de um plano nacional de enfrentamento ao peso excessivo e ao diabetes

O Ozempic pode ser comprado em farmácias de todo o país | Foto: Chemist4U/Flickr
O Ozempic pode ser comprado em farmácias de todo o país | Foto: Chemist4U/Flickr

O pré-candidato à Presidência da República pelo Partido Missão, Renan Santos, afirmou que pretende defender a inclusão do medicamento Ozempic na rede pública do Sistema Único de Saúde (SUS). A ação seria parte de um plano nacional de enfrentamento à obesidade e ao diabetes.

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Segundo Renan, “o Brasil não pode continuar ignorando o avanço das doenças ligadas ao sobrepeso e aos maus hábitos alimentares”. Conforme a pré-campanha, sua proposta busca ampliar o acesso a tratamentos modernos e tornar a saúde preventiva uma prioridade do Estado.

A pré-candidatura sustenta ainda que o país precisa enfrentar com seriedade o crescimento dos índices de obesidade e das doenças crônicas, que impactam diretamente a qualidade de vida da população e pressionam o sistema público de saúde. A defesa do Ozempic no SUS é que “investir em prevenção e tratamento adequado é mais eficiente do que arcar com os custos das complicações futuras”.

Renan Santos é um dos favoritos da geração Z

Renan Santos, fundador e líder do MBL (Movimento Brasil Livre)
Renan Santos, fundador e líder do Movimento Brasil Livre (MBL) | Foto: Reprodução/Instagram

Um recorte da pesquisa AtlasIntel de dezembro, em parceria com a Bloomberg, indica uma mudança relevante no comportamento eleitoral da geração Z. O levantamento mostra Renan Santos, presidente nacional do Missão, como o segundo colocado entre eleitores de 16 a 24 anos na corrida presidencial de 2026.

Nesse segmento etário, Renan apareceu com 18,6% das intenções de voto. Só fica atrás do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que aparece com 33,5%, e supera nomes consolidados da direita e da centro-direita, como o senador fluminense Flávio Bolsonaro (16,4%), o governador do Paraná, Ratinho Junior (13,1%), e o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (8%).

Foto: Divulgação/Atlas/Intel
Renan Santos estaria no segundo turno, se os votantes fossem apenas a Geração Z | Foto: Divulgação/Atlas/Intel

O resultado chama atenção por ocorrer justamente entre eleitores que entraram recentemente no sistema político e que tendem a exercer influência crescente nas disputas eleitorais. Trata-se do mesmo público que, em outros momentos, atuou de maneira decisiva para impulsionar candidaturas disruptivas no país e no exterior.

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