Política

Defesa de Vorcaro se manifesta sobre prisão

Ex-dono do Banco Master voltou a ser detido pela Polícia Federal na manhã desta quarta-feira, 4

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Daniel Bueno Vorcaro, proprietário do Banco Master | Foto: Montagem Revista Oeste/Reprodução

A defesa do banqueiro Daniel Vorcaro, ex-dono do Banco Master, afirmou nesta quarta-feira, 4, que o empresário sempre esteve à disposição das autoridades e colaborou com as investigações desde o início. Em nota, os advogados dizem que Vorcaro atuou de forma transparente e nunca tentou obstruir o trabalho da Justiça.

Segundo a defesa, as acusações atribuídas ao empresário não correspondem aos fatos. Os advogados negam irregularidades e afirmam confiar que o esclarecimento completo do caso “demonstrará a regularidade da conduta” de Vorcaro.

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Confira a íntegra da nota

A defesa de Daniel Vorcaro informa que o empresário sempre esteve à disposição das autoridades, colaborando de forma transparente com as investigações desde o início, e jamais tentou obstruir o trabalho das autoridades ou da Justiça.

A defesa nega categoricamente as alegações atribuídas a Vorcaro e confia que o esclarecimento completo dos fatos demonstrará a regularidade de sua conduta.

Reitera sua confiança no devido processo legal e no regular funcionamento das instituições.

PF prende Daniel Vorcaro em nova fase de operação

Daniel Vorcaro, presidente do Banco Master | Foto: Divulgação
Daniel Vorcaro, presidente do Banco Master | Foto: Divulgação/Banco

A Polícia Federal efetuou nesta quarta-feira, 4, a prisão do banqueiro e proprietário do Banco Master, Daniel Vorcaro. A medida integra a terceira fase da Operação Compliance Zero, que investiga possíveis crimes de ameaça, corrupção, lavagem de dinheiro e invasão de dispositivos informáticos.

Esta é a primeira decisão tomada com aval do ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), desde que assumiu a relatoria do caso. A defesa de Vorcaro ainda não havia se manifestado sobre a prisão até a divulgação da nota.

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O banqueiro já havia sido detido por 11 dias em novembro do ano passado, durante a fase inicial da operação, por determinação da Justiça Federal em Brasília. Posteriormente, os advogados conseguiram transferir o inquérito para o STF.

Na etapa anterior, quando o processo estava sob relatoria do ministro Dias Toffoli, houve conflitos frequentes entre o Supremo e a Polícia Federal. Toffoli deixou o caso no mês passado, depois que a PF enviou à Corte um relatório com menções ao magistrado em registros de conversas com Vorcaro.

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