
Uma análise de dados oficiais de 5.570 municípios revelou Jateí, no Mato Grosso do Sul, como a melhor cidade para se viver no Brasil. O município se destaca por seus altos índices em segurança, infraestrutura e economia, superando grandes centros urbanos no ranking nacional de qualidade de vida.
Por que Jateí foi considerada a melhor cidade do país?
A cidade obteve a nota 8,72 em um ranking que analisou 27 indicadores, como segurança, educação, infraestrutura e economia. O bom desempenho em múltiplas áreas, ajustado ao seu porte populacional, a colocou no topo da lista. É um exemplo de que qualidade de vida não depende de ser uma grande metrópole.
Como é a segurança pública na cidade?
Com taxa zero de homicídios, Jateí é descrita por moradores como um "condomínio fechado". A tranquilidade é tanta que é comum ver portas destrancadas e carros abertos nas ruas. A cidade não registra moradores em situação de rua e possui baixos índices de acidentes e de internações ligadas ao uso de drogas.
O que move a economia de um município tão pequeno?
A economia é fortemente impulsionada pelo agronegócio. A criação de suínos é o carro-chefe, abastecendo grande parte da produção de uma importante indústria de alimentos. Isso garante um Produto Interno Bruto (PIB) per capita — a riqueza gerada dividida pelo número de habitantes — de R$ 119 mil, muito acima da média nacional. O salário médio também supera a média do país.
E a infraestrutura acompanha esse desenvolvimento?
Sim. Quase 100% das ruas da cidade são asfaltadas e a iluminação pública é toda em LED. A coleta de lixo é regular e a estrutura de saúde é considerada excelente para o porte do município, com médicos disponíveis nas unidades básicas. A arborização e a conservação das praças também são pontos destacados pelos moradores.
A cidade tem alguma tradição cultural marcante?
Jateí é famosa por sua Festa da Fogueira em homenagem a São Pedro, padroeiro da cidade. O evento atrai multidões com uma fogueira que pode chegar a 60 metros de altura, uma das maiores do mundo. A festa, que ocorre em junho, movimenta o turismo e reforça a identidade cultural e religiosa do município.
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